Como É Morar Na Carolina Do Sul?

Dead among the living

Essa é a primeira vez que temos um casal nos contando como vieram parar nos EUA, o que eles faziam no Brasil e acima de tudo dando dicas sobre a vida na Carolina do Sul.

Os entrevistados de hoje são o Edison e a Isabela Villela. Ambos têm blogs, o do Edison é esse aqui  e o da Isabela é o  Design Sensible. Eles residem em Greenville, na Carolina do Sul.

Veja o que eles têm a dizer sobre a vida nessa cidade e nesse estado sulista abaixo:

localização de Greenville no mapa da Carolina do Sul via en.wikipedia

 

Viver Nos EUA: Em que cidade e estado americano você mora? Há quanto tempo você vive nos Estados Unidos e em que parte do Brasil você morava antes de vir para cá?

Isabela: Moramos na Carolina do Sul, numa cidade chamada Greenville que é bem importante no estado. Chegamos em Março de 2011, há 4 anos. Antes morávamos na grande São Paulo que é onde a empresa que trabalho tem uma fábrica de tecidos automotivos.

Em 2010 recebi a proposta da minha atual chefe para vir trabalhar com um visto de 3 anos, transferência de funcionário na mesma empresa, o visto L. O visto foi renovado ano passado e agora estão preparando a documentação para virar funcionária aqui nos Estados Unidos que seria o visto H. Esse visto dá possibilidades para um Green Card.

 Edison: Nós moramos em Greenville no estado da Carolina do Sul. Chegamos aqui em 27 de março de 2011. Sou Paulistano nascido na Lapa e criado na Vila Madalena e antes era professor de Filosofia para o Ensino Médio em Arujá, na Grande São Paulo, onde morei por cerca de três anos antes de nos mudarmos para os EUA.

Minha esposa recebeu uma oferta da sua empresa para se transferir para a matriz aqui em Greenville e aceitamos a proposta. A proposta foi para ficarmos por três anos com possibilidade de estender-se por mais dois, o que aconteceu. Em janeiro de 2016 o visto de trabalho L1 expira e já estamos iniciando o processo para o novo visto, com possibilidades de um visto permanente para o futuro.

V.N.E.:  Como foi a adaptação, tendo em mente as diferenças entre a vida na grande São Paulo e sua vida aqui?

Isabela – Adaptar-se numa cidade sem a violência nem a poluição das capitais brasileiras e que tem todos os recursos de uma grande cidade foi muito fácil.

O condado de Greenville tem uns 70 mil habitantes e menos de 1 homicídio por ano, ou seja, é uma cidade pequena para os padrões do Brasil, mas tem universidades, cinemas, aeroporto, shopping, vários centros de compras com variedades de lojas e marcas, centro tecnológico da área automotiva (onde eu trabalho), sem contar os parques e áreas verdes que fazem jus ao nome da cidade, GREENville.

 Edison: Minha adaptação foi bem fácil. As únicas coisas as quais me desafiaram um pouco no começo foi o fato do transporte coletivo ser quase inexistente e por isso ter que ir de carro para todo lugar, coisa que eu não estava acostumado, mas agora já me adaptei.

 

V.N.E.:   O que vocês mais curtem na Carolina do Sul?

Isabela: Estamos numa cidade pequena que tem tudo o que preciso, grandes empresas, indústrias, universidades, shopping centers, parques, centros comerciais e um centro aconchegante cheio de restaurantes diversos. Sempre existem eventos culturais como a feira de produtos locais no verão, música ao vivo no centro durante a primavera ou o festival de comidas típicas no outono. Não gostou? Pegue o carro e vá para as praias ou as montanhas da região.

 Edison: Quando me mudei para Arujá eu já não aguentava mais morar em São Paulo! Quando era adolescente e viajava para alguma cidade como Campinas onde tenho dois tios, eu achava tudo muito parado, pacato, vazio, se comparado com a agitação de São Paulo, mas me saturei. Não aguentava mais o transito caótico, poluição, barulho, multidão para todo lado, fila para tudo, falta de estacionamento, transporte coletivo insuficiente, etc.

Já Greenville, é uma cidade pequena, pelo menos para quem vem de São Paulo, é pequena. Tem uma população de 61mil habitantes na Cidade de Greenville e 474mil no Condado de Greenville.

E é justamente está diferença que eu gosto mais! Não tem fila em lugar nenhum, até no Natal podemos ir ao único Shopping Center da cidade e ainda conseguimos estacionar o carro, o transito flui facilmente pelas grandes avenidas, as pessoas são super educadas, a qualidade do ar é absolutamente fantástica, da minha janela vejo esquilos brincando e comendo todos os dias e na primavera e verão patos voando em bandos.

V.N.E.:    O que vocês menos gostam dessa área?

Isabela – O fato de ter muita planta alergênicas e a alimentação nada saudável. Comida tradicional sulista é frango frito (empanado) com milho.

 Edison: Sinto falta da possibilidade de sair de casa a pé e ir ao mercado ou padaria, encontrar com vizinhos pelo caminho, comer pastel e tomar caldo de cana da feira semanal, esse tipo de coisa de cidade grande. Aqui isso não acontece, pois nas cidades pequenas americanas todo mundo tem carro e esse cotidiano urbano e diferente.

 

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centro de Greenville, SC by wikipix via flickr

V.N.E.: O que mais surpreendeu vocês na Carolina do Sul assim que aí chegaram?

Isabela – Confesso que pensei que sofreria discriminação por não sermos americanos. A Carolina do Sul é um estado conservador onde as pessoas podem ser bem patriotas.

O filme o Vento Levou foi encenado aqui no sul dos Estados Unidos. Apesar de ter vindo várias vezes a trabalho, achei que morando aqui não iam nos tratar bem, imaginava que a população daqui seria pouco receptiva.

Nada disso! As pessoas daqui são muito gentis, educadas, perguntam de onde viemos, sorriem, comentam que sabem um pouco de espanhol (verdade!) e fazem alguma pergunta clássica: Você é do Rio? A Amazônia é mesmo exuberante?

Edison: O mais surpreendente é a organização, limpeza, cuidado com as instalações públicas, a conservação das coisas públicas ou privadas. A infraestrutura é extremamente bem planejada para o presente e as demandas de crescimento futuro.

A primeira coisa que choca é o aeroporto, pelo tamanho, limpeza, sinalização… Como se diz: “coisa de primeiro mundo”. Se você compara o aeroporto de Cumbica, que deve ser o primeiro ou segundo maior do Brasil com qualquer um dos grandes aeroportos aqui, é covardia, Cumbica fica parecendo uma rodoviária. Ah, e sem falar da limpeza dos banheiros públicos que é tão limpo quanto dos bons shoppings centers brasileiros.

V.N.E.:    Como vocês descreveriam sua vida em Greenville?

 Isabela e Edison: Muito boa, bem melhor do que tinha em São Paulo ou Belo Horizonte. Há muito mais respeito, tranquilidade, segurança e proximidade da natureza.

 V.N.E.:   Quais atrações turísticas da sua área vocês já visitaram e quais delas vocês ainda não visitaram e por que?

Isabela – Já fomos várias vezes em Charleston que é a principal cidade do estado para quem quer conhecer a tradição sulista. É um lugar imperdível, tem praia, mas ao mesmo tempo tem a história americana e da colonização em cada ruazinha e construção.

Recomendo essa cidade como a porta de entrada para a cultura do sul americano e também Myrtle Beach. Além disso, as montanhas que ficam pertinho e são uma atração à parte. Asheville, na Carolina do Norte está a menos de 2 horas de viagem de carro.

Ainda  tem Atlanta na Geórgia (outras poucas horas de carro) com um aquário que é recomendado no livro Os 1000 lugares do mundo que você deve visitar antes de morrer. Outras cidades igualmente interessantes e Savannah. Ainda não fomos na Flat Rock, uma montanha que tem várias trilhas e degraus para chegar até a pedra plana e sua incrível vista.

Também não conhecemos a capital do estado, até porque todos falam que não há muito o que fazer por lá, “melhor seguir adiante e ir até alguma praia” dizem os americanos. Diferente do Brasil onde as capitais são o centro de tudo, por aqui elas somente uma cidade do estado.

 Edison: Na nossa região um dos poucos lugares que ainda não visitamos foi Flat Rock por falta de sairmos mais e também uma reserva indígena dos Cherokees. As outras eu cito na resposta abaixo.

V.N.E.: Quando seus amigos e familiares brasileiros te visitam onde você os levam e onde você jamais os levariam?

 Isabela – Sempre vamos aos lugares pitorescos do centro da cidade, o Falls Park, dar uma conferida nas novidades da Main Street e depois vamos para algum lugar diferente que pode ser uma cidade do litoral do estado ou um Castelo (Biltmore) nas montanhas da Carolina do Norte.

 Edison: O Centro de Greenville é bem peculiar, com a Main Street (Rua Principal) sendo a maior atração e onde boa parte da vida cultural da cidade acontece. E na Main Street que acontecem show de rua, festas, feiras, onde ficam os restaurantes, os cafés, casas de show e teatro.

Além da principal atração da cidade que é a Liberty Bridge  (Ponte da Liberdade) sobre a queda no Rio Reedy no Falls Park (Parque da Queda). Outros locais interessantes para visitar aqui perto são Charleston ou Myrtle Beach no litoral e Asheville nas montanhas.

Charleston é uma cidade bem diferente do resto das cidades americanas, é mais antiga, com muitos prédios históricos, é onde o filme O Vento Levou foi filmado e onde o primeiro tiro da Guerra Civil Americana foi dado.

Myrtle Beach é uma das praias mais bonitas dos EUA e muito conhecida e visitadas pelos americanos, recomendo.

Asheville já fica no Estado da Carolina do Norte e é uma cidade bem interessante com moradores com um perfil mais alternativo e a maior atração deve ser a Mansão Biltmore, construída por George Washington Vanderbiltt II, filho de William Henry Vanderbilt I, um dos homens mais ricos do mundo no século XIX. É a maior casa construída nos EUA e tem um vinhedo muito interessante para se visitar, além de jardins enormes, o suficiente para passear por mais de um dia.

Além disso, Atlanta capital da Geórgia fica perto e lá existe muita coisa para se ver e fazer. Eu recomendaria principalmente o Aquário, que é o maior do mundo.

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Liberty Bridge by greerjasona via flickr

 

V.N.E.: O que vocês fazem nos fins de semana para relaxar e como é o lazer em Greenville?

 Isabela e Edison: Logo que chegamos íamos comer fora quase todo fim de semana, conhecer a cidade, passávamos muito tempo fazendo compras até saber onde podíamos encontras todas as coisas que precisávamos às quais estávamos acostumados ou equivalentes.

Atualmente passamos mais o tempo em casa, lendo, assistindo filmes ou TV, acompanhando notícias do Brasil e do Mundo. Não somos os típicos brasileiros que curtem um churrasquinho com caipirinha no fim de semana.

Só agora começamos a conhecer outros brasileiros e assim montando uma rede de amigos.

 

 V.N.E.: Há um perfil “típico” de pessoas que vivem em Greenville, SC? Qual seria ele?

 Isabela – As pessoas daqui são religiosas, afinal estamos no meio do Bible Belt (Cinturão da Bíblia).

 Edison: Ouço algumas pessoas comentarem que Greenville é vista como uma região onde você nasce, deixa a cidade na juventude em busca de lugares mais agitados, aventuras e depois volta para criar os filhos pelo sossego.

A Carolina do Sul é um dos estados mais pobres dos EUA, por isso os salários nessa região são mais baixos e o custo de vida também. Isso repercute na Educação e Cultura que ficam muito atrás dos estados ricos como California e Nova Iorque.

Por outro lado esta parte do estado é atualmente uma das que mais cresce e recebe investimento fazendo as coisas melhorarem aos poucos.

Aqui também é conhecido como o Cinturão da Bíblia, por ser a parte do país onde há mais igrejas e pessoas religiosas, tanto que no domingo pela manhã a cidade fica bem fazia, pois está todo mundo na Igreja.

 

V.N.E.: Vocês trocariam sua vida onde moram ou já cogitaram se mudar para outra região ou cidade americana?

Isabela – Gostaria de ir para algum lugar menos frio. Um estado que não tivesse temperaturas abaixo de zero, mas aí acaba o inverno, a primavera chega e anunciam que o verão vai ter temperaturas na casa dos 40 graus C e fica tudo bem.

 Edison: Sim, mudaria! Eu gostaria mais de uma cidade um pouco maior, mas nada como Nova Iorque ou Los Angeles. Das cidades que já visitei gostei muito de São Diego na California e de Charleston no litoral aqui na Carolina do Sul mesmo. São cidades com boa qualidade de vida também e com uma cena cultural que me agrada mais.

 

V.N.E.: Vocês já moraram em outra parte/cidade dos EUA?

 Isabela e Edison: Nunca moramos em outra cidade até o momento e devemos ficar por aqui por mais alguns anos pelo menos.

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Reedy River Falls by wikipix via flickr

 

 

V.N.E.: Com o que vocês se acostumaram mais rápido?

 Isabela – Achei seria difícil acostumar com o silêncio porque… SIM, no BRASIL as coisas são BARULHENTAS, as pessoas FALAM ALTO, isso quando não GRITAM do seu lado mesmo quando NÃO falam com VOCÊ. Pensei que esse silêncio fosse apressor, mas foi uma grande descoberta ver que podia ouvir meus pensamentos enquanto trabalhava e também podia conversar dando boas risadas altas com as amigas. Outra coisa fácil para mim foi no trabalho e acho que só quem trabalhou em países mais diretos vai entender, mas vou tentar explicar.

Sou designer têxtil e no Brasil a gente costuma dar muitas voltas para falar dos problemas e processos do produto porque está subentendido o erro (ou acerto) de alguém e é preciso tomar cuidado para não ofender um ou exaltar o outro. Se alguém se sentir ofendido ele não vai fazer mais nada para você, ainda que seja a função dele.

Aqui é tudo muuuito diferente, os Estados Unidos é um dos países que tem foco no negócio e não no relacionamento. Falamos do produto, como resolver o problema do produto. É claro que o “quem” também entra na conversa e geralmente é para solucionar o problema do produto. As pessoas não se ofendem com facilidade e se acontecer vão fazer o trabalho delas do mesmo jeito. Isso se chama ética e é a melhor coisa daqui.

 Edison: Com praticidade e facilidade para se fazer todas as coisas da vida que no Brasil são tão burocráticas, demoradas e complicadas. Só pra dar um exemplo, aqui nós compramos o carro e a placa vem pelo correio e eu mesmo fixei ao carro. Se fosse no Brasil, precisaria ir emplacar o carro, perder um tempão com isso. Resumindo: aqui a vida é mais fácil.

 

V.N.E.: Com o que vocês não se acostumaram nos EUA até hoje?

 Isabela – Alimentação! Sei que vão achar um absurdo o que vou dizer, mas a comida aqui não me atrai. Tudo tem pimenta e/ou açúcar, tudo tem um tal molho que esconde o gosto do alimento ou que coloca algum gosto porque o alimento aqui é super industrializado e não tem muito sabor, nem nutrientes.

Edison: Uma coisa simples, mas muito importante, a baixa humidade do ar durante o outono e inverno.

Além disso, demorei uns três anos para ter coragem de deixar nossas bicicletas na varanda do lado de fora do apartamento, pois em São Paulo uma bicicleta como essa seria furtada em menos de uma hora. Esses hábitos de Paulista é difícil deixar de lado e acostumar com os hábitos daqui.

E também a parcialidade e a tomada de posição explicita dos meios de comunicação para com um partido também é complicado de aceitar, mas estou melhorando.

 

V.N.E.: Vocês já pensaram em voltar para o Brasil? Quando isso aconteceu e por quê?

 Isabela – Pensei, des-pensei e sei que essa vai ser uma pergunta recorrente. O que me faz pensar em voltar é o mesmo que ouço de vários brasileiros, ou seja, as pessoas que ficaram no Brasil.

Por outro lado, algumas coisas no Brasil fazem com que desanime e deixe a idéia de voltar guardada na gaveta. A cultura da vitimização, a violência e a poluição das grandes cidades, a falta de infra-estrutura nas cidades menores, a roubalheira descarada e sem fim, as injustiças sociais… Apesar de saber que os Estados Unidos não é um modelo de perfeição, acho melhor ficar por aqui, por enquanto.

 Edison: Depois de três meses que eu morava aqui, minha vontade já era de nunca mais voltar. Costumo brincar com minha esposa que nasci no país errado.

Pouco tempo antes de eu nascer meu pai foi convidado para trabalhar aqui como funileiro para restaurar carros antigos, mas minha mãe por medo do que via na TV sobre descriminação racial ficou com medo, pois ela era mulata e meu pai branco.

Depois quando foi escolher meu nome, minha mãe queria me chamar de John Fitzgerald Kennedy, ia fazer sucesso na escola com esse nome kkkkk. Eu me sinto muito mais “em casa” aqui do que no Brasil, acho que já era pra ter nascido aqui.

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Downtown Greenville, SC by scmikeburton via flickr

 

V.N.E.: Você tem algum conselho que gostaria de dar para aqueles que desejam morar na sua cidade e/ou nos EUA?

Isabela – Acho que todos os conselhos que já vi no seu blog são ótimos. Saber falar inglês, se possível visitar a cidade que pretentem viver antes de se mudar, aprender sobre a cultura antes de se aventurar a sair do Brasil.

 Edison: Antes de vir para morar é melhor visitar o país, conhecer algumas cidades diferentes para ver se consegue se adaptar, se sente à vontade. Se quiser morar fora do Brasil é preciso saber que não vai ter tudo que tem aí, que o inverno é frio mesmo, que a alimentação é diferente, mas principalmente que a cultura é muito diferente, o que pode ser muito bom para uns e muito rum para outros.

 Estude o inglês com professores nativos, mesmo que seja por skype e quando chegar, não pare de estudar, pois seu domínio da língua vai determinar seu sucesso na integração com a sociedade e suas possibilidades de sucesso em todos os aspectos.

 Não ache que todos nos EUA são iguais por ter uma experiência positiva ou negativa em um estado. Assim como o Brasil, os EUA são um país gigante com diferenças culturais imensas entre uma região e outra. Se não gosta de uma região, experimente outra.

 

Acaba aqui a entrevista. Agradeço ao Edison e Isabela pela participação e dicas. Se você quer falar diretamente com eles, veja a página deles no facebook.

Você também mora ou já morou na mesma região que eles? Tem dúvidas ou gostaria de acrescentar algo à entrevista? Comente abaixo.

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Seja bem vindo à perspectiva de uma brasileira sobre a vida e cultura dos Estados Unidos. A Brazilian take on the American Way of Life.

Comments

  1. Ótima entrevista!

    Lu, este “quadro” de entrevistas é muito inspirador para quem está planejando ir morar nos EUA (meu caso).

    Acompanho todos seus posts, e gostaria de parabenizar pela iniciativa de publicar entrevistas.

  2. Olá Gustavo,

    Muito obrigada pelo comentário e por acompanhar o blog. Bem, a idéia das entrevistas foi de um dos leitores do blog, então temos que agradecer a esse leitor pela sugestão 😉 Apareça sempre!

  3. Muito bom! Concordo perfeitamente; essa cultura de vitimização que temos aqui é detestável. Acho interessante o modo direto e ético com que os norte-americanos lidam com o trabalho, não é algo imposto, como aqui no Brasil, porque aqui nem impondo leis ou decretos as coisas funcionam, mas parece que nos EUA isto já está subentendido.. é outra cultura, mesmo. Aliás, isso é ter alguma cultura.

  4. Olá Bruna,

    Obrigada pelo comentário e infelizmente tenho que concordar com o que você disse “porque aqui nem impondo leis ou decretos as coisas funcionam”, tudo no Brasil parece a casa da mãe Joana. Queria que as coisas fosse diferentes lá.

  5. Conheci seu blog hoje , e já sei que vou acompanhar sempre .
    Parabéns pela rica reportagem!

  6. Obrigada Lucinha. Volte sempre!

  7. Olá, fiquei sabendo hoje, vou acompanhar também!!!

  8. Gostaria de muito de morar aí , e sei que esta bem próximo ,

  9. Boa noite,
    Gostaria de uma informação por gentileza, como devo fazer para trabalhar em Caroline do Sul..

    Sou tecnica em segurança do trabalho, mais posso trabalhar em outro ramos.
    obrigada.
    Marilena

  10. Olá Marilena. Com qual visto você pretende vir para cá?

  11. Olá gostaria de saber como é a charleston para morar as pessoas são bem receptivas?

  12. Que legal.Acho que conheço esse casal, temos uma amiga em comum Adriana Kodato. Felicidades ao casal.

  13. Exato! As pessoas em Clarleston além de ser receptiva, as pessoas sāo muito simpáticas e amigáveis. Cidade muito histórica e muito pra se vèr e conhecer! Inclusive, tem uma pequena comunidade brasileira….

  14. Ola, moro atualmente em orlando estou me mudando para Greenville tenho um filho de 2 anos não consigo achar nada de informações sobre como proceder com daycare etc.. você tem algum outro blog para me indicar? Obrigada

  15. Achei muito interessante a opinião sobre viver na Carolina do Sul.
    Vou viajar dia 26 para Tamarac e depois vou à Charleston de carro. vou aproveitar as dicas para conhecer melhor o lugar. Embora a minha intenção seja apenas fazer negócios aí.
    Se der certo farei essa viagem várias vezes .

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