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Americana Conta Como É Ser Casada Com Brasileiro

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A entrevista abaixo nos foi concedida pela Tania, ela é americana casada com brasileiro, já visitou o Brasil, vai nos dizer o que achou de tudo por lá e também dar muitas dicas de namoro com americanas – finalmente seus pedidos foram realizados, homens brasileiros 🙂  Veja a seguir o que ela disse:

 

Viver Nos EUA: Como você conheceu seu marido? Algo em relação ao namoro foi diferente?

Tania: Engraçado você me perguntar. Conheci ele através dos anúncios pessoais de classificados online (Luisiana). Era para ser somente um encontro casual e depois disso eu me mudaria para Michigan, minha terra natal.

Quando respondi ao anúncio dele sequer sabia que ele era brasileiro e porque ele me respondeu em inglês pensei que iria encontrar um homem branco que dizia ter 21 anos de idade.

Eu tinha 26 anos e estava passando por um período difícil de divórcio e duas filhas pequenas para cuidar. E fiquei receosa de contar isso para ele no começo.

No entanto trocamos e-mails e mensagens de texto por um dia em 2011. Fiquei receosa de ir conhecê-lo por que ele se recusava a me encontrar num lugar público. Morávamos a cinco minutos de distância um do outro mas jamais tínhamos nos esbarrado antes disso!

Cheguei na casa dele e vi que ele não era um homem americano branco (não sou racista, longe disso! Tenho sangue africano, europeu e de índio americano) mas por causa do sotaque dele vi que ele era estrangeiro. Fiz algumas perguntas e descobri que ele era brasileiro e falava português.

Fiquei chocada por que sempre quis namorar um estrangeiro já que a TV os pinta como homens amorosos e honestos.

Expliquei para ele minha situação… Nosso encontro solidificou nossa amizade (ele não queria compromisso) e eu estava OK com isso por que legalmente eu ainda era casada.

Nós nunca fizemos que americanos tipicamente fazem com suas pretendentes e namoradas, ou seja, levá-las para jantares e para assistir filmes. Ele me matinha próxima dele (ciúmes).

Resumindo nossa história, depois de duas semanas de amizade, ele me pediu para ir morar com ele e oficializar nosso namoro. Logo depois disso, nós fomos para Atlanta (na Geórgia), eu então conheci a mãe e o irmão dele, o pai dele mora no Brasil.

V.N.E.: Você se casou no Brasil ou nos EUA? Como foi o processo de casamento? Foi complicado ou não?

Tania: Nos casamos nos EUA por que ambos estávamos aqui e ele estava fora de status e não queria arriscar sair do país e não conseguir retornar. O processo foi muito difícil, por que na cidade onde moro, no estado da Luisiana, o número de indocumentados está crescendo muito, especialmente os vindos da cidade de Atlanta e em sua maioria brasileiros.

Levou um mês para conseguirmos uma licença de casamento e tivemos que ir a outra cidade para que outro juiz nos concedesse o documento.

Nos casamos na semana seguinte. Nossa cidade continuou negando o documento para nós por que, segundo eles, os documentos do meu noivo não tinham sido traduzidos para o inglês pelo consulado do Brasil no Texas.

Contatei o consulado e eles me informaram que não tinham nada a ver com o processo e que isso era problema da nossa cidade. Basicamente, nossa cidade não quer imigrantes por lá, sejam eles legais ou ilegais.

V.N.E.: Você passou ou está passando por algum tipo de “choque cultural” no seu casamento? Poderia nos dar exemplos disso?

 

arroz e feijão

 

Tania: Sim, ainda estou passando por isso. Quando a gente se casa “fora da nossa raça” ou até mesmo no meu caso, onde venho do Norte dos EUA e meu ex-marido foi criado no Sul do país, ver diferenças é algo inevitável.

Eu fui criada para ser uma mulher afro-americana forte e meu ex-marido era branco e por isso muitas diferenças apareciam aqui e ali no nosso casamento. Estou usando esse exemplo por que em contraste, meu marido atual é brasileiro de origem alemã e quando ele chegou aqui no Sul dos EUA acabou pegando um pouco do jeito dos homens daqui.

Os homens sulistas americanos tendem a ser dominadores, controladores, teimosos e resistem mudar as coisas e tentar coisas diferentes. Meu marido vendo isso tudo, começou a emulá-los. Ele é o que chamo de “uma mistura de caos” no sentido cultural, por que ainda assim ele tem muitos amigos brasileiros, sua família está próxima e fala em português com eles.

Ele quer que sua cultura seja reconhecida e prefere fazer tudo que seus amigos brasileiros fazem, ainda assim ele quer ser americano. Para mim isso é muito confuso.

Essa é, inclusive, a razão que muitos americanos usam para justificar sua raiva contra imigrantes recém-chegados. Por que se você quer continuar fazendo as coisas do mesmo jeito que fazia no seu país, então por que vir para cá e forçar americanos a aprender sua cultura quando nós já tivemos que evoluir e incluir a cultura dos imigrantes que vieram há tempos atrás para cá e que transformaram os Estados Unidos no que ele é hoje?

Eu mesma, aprendi a falar português e como fazer arroz e feijão e bife do jeitinho que brasileiros cozinham. Quem me vê basicamente pensa que sou brasileira e minha família vive me dizendo que mudei minha vida toda para me tornar uma esposa brasileira. Na cabeça deles eu não sou mais uma mulher americana casada com um brasileiro e sim uma esposa brasileira…

V.N.E.: Qual (quais) a (s) melhor (es) coisa (s) de estar casada com um brasileiro na sua opinião?

Tania: A melhor parte é que ele me mostrou que é possível viver de uma maneira completamente diferente. Uma vida na qual dou graças por ter nascido americana e agora posso, pela minha experiência, falar de maneira generosa dos imigrantes para outros americanos.

Eu também respeito mais ainda os imigrantes recém-chegados, por que agora sei o que é deixar toda uma vida para trás em outro país e vir para cá e ser maltratado por muitos americanos com ódio enquanto tudo que esses imigrantes querem é uma vida melhor.

Ele me ensinou que as coisas materiais são somente coisas. Resumindo posso dizer que ele me faz ser uma pessoa melhor. Ele também é muito sexy e adoro o sotaque dele. Ele é mais forte que muitos americanos por que ele teve uma vida muito difícil no Brasil e ele trabalha duro.

V.N.E.: E qual é a coisa mais difícil do casamento com um brasileiro?

Tania: A coisa mais difícil é a barreira do idioma! Tive que implorar pra ele me ensinar português e ainda hoje ele não me ensina. Estive estudando o idioma por conta própria desde que a gente se conheceu.

Acho essa a parte mais difícil por que ele convive com brasileiros e fala em português com eles e eu me sinto como um peixe fora d’água.Sou fluente em português mas quando estou no meio de muitos brasileiros não consigo entender tudo que se passa e quando ele fala com as brasileiras (as quais sabem falar inglês) na minha frente fico com um pouco de ciúmes.

Meu marido fala inglês há 12 anos mas às vezes não entendo quando ele diz algo e isso gera discussões. A barreira do idioma é realmente a parte mais complicada de lidar.

V.N.E.: Quanto tempo você ficou no Brasil? Você só conheceu o país ou morou por lá?

Tania: Fui para o Brasil para conhecer o restante da família do meu marido e para melhorar meu português. Cheguei lá em novembro de 2013 e voltei para os EUA em dezembro do mesmo ano.

V.N.E.: Qual a coisa mais fácil de se acostumar no Brasil na sua opinião?

Tania: A coisa mais fácil de se acostumar é ficar sem fazer nada, desculpe mas é verdade. Muitos brasileiros que tem famílias pra sustentar trabalham pesado mas os jovens sem responsabilidades alguma só querem saber de festar.

V.N.E.: E qual foi a coisa mais difícil de se acostumar enquanto você ficou no Brasil?

Tania: Não é somente uma coisa, mas algumas coisas: a falta de ar condicionado, não havia banheiras nos banheiros (somente chuveiro), o trânsito (os motoboys fazendo loucuras nas ruas), as ruas eram muito sujas (lixo para tudo que é lado), homens usando edifícios públicos como banheiro, o número incrível de sem tetos com crianças pequenas, a rudeza das mulheres brasileiras quando eu tentava falar em português com elas (elas sabiam que eu não era brasileira) mas elas não podiam falar uma só palavra em inglês.

A falta de desejo em buscar uma vida melhor (a maioria tem medo de mudanças).Tudo é caro mas brasileiros não ganham muito. Quando eu corrigia a pronúncia de inglês de algum brasileiro , eles se recusavam a repetir a palavra da maneira certa mas queriam que eu falasse inglês com sotaque brasileiro (como em palavras tipo McDonald’s, Walmart, carros Ford, pasta Colgate e etc).

A violência é alta, brasileiros sempre esperam que você coma todas vezes que ir na casa deles e há muitas pessoas sem educação. Minha lista é enorme mas essas são aquelas que vem a minha mente nesse momento.

V.N.E.: Alguma situação te surpreendeu bastante no Brasil, seja positivamente ou negativamente?

Tania: Fiquei surpresa com a feiura do país! Os únicos lugares bonitos são as atrações turísticas, em todos outros lugares as pessoas jogam lixo nas ruas e até urinam nelas. Cachorros vira-latas para tudo que é lado, doentes, machucados e esqueléticos de tanta fome.  Brasileiros não tomam conta do seu país, só por que o país é um país em desenvolvimento isso não dá o direito a eles de destruírem o mesmo.

Outra surpresa foi o fato de brasileiros viverem em jaulas (por questão de segurança). Me senti como uma prisioneira ou animal enjaulado por lá.

Agora, uma surpresa muito boa é que os homens eram mais doces que as mulheres. Eles te ajudam rapidinho quando você precisa, enquanto nos EUA a situação é reversa.

V.N.E.: Você tem dicas para homens brasileiros que tem interesse em namorar mulheres americanas? Como se aproximar delas ou ainda como manter o relacionamento, por exemplo? Qual a coisa mais importante que eles tem que ter em mente ao namorar americanas?

Tania: Homens brasileiros, a melhor maneira de fisgar uma americana é entender que elas são diferentes das brasileiras. Mas que há diferenças de americana para americana também.

Quando você ver uma americana que te chama a atenção, lembre-se de jamais compará-la as brasileiras, ou qualquer outra mulher por sinal.

Americanas gostam de homens estudados, ambiciosos, respeitosos, amorosos, que apoiem suas namoradas e etc, que tenham um emprego fixo e estabilidade financeira. Amamos homens com sotaque (então ensine português para ela e suspire doçuras no ouvido dela) americanas não curtem somente sexo e festas, nós gostamos de passar tempo a sós com nossos amores também.

A casa de uma americana é como o castelo dela, portanto não convide seus amigos para churrasquinhos e cerveja todo fim de semana!

Aprenda história americana, um pouco de nossas tradições e as celebre conosco, vamos juntar nossas culturas e não somente viver a la brasileira.

Ah, e um segredo… O que muitos brasileiros não sabem é que americanas sempre tem essa imagem na cabeça de que brasileiras tem um bumbum e coxas perfeitas, pele bronzeada, cabelo compridão por causa das brasileiras e lusófonas que aparecem na TV daqui.

Nos EUA essa é a imagem das brasileiras.

 

Então se você nos comparar com elas, a gente vai se sentir feia, e pensar que seu interesse é somente obter o green card. Essa é a verdade nua e crua. Eu sei que as brasileiras que aparecem na TV são escolhidas a dedo de propósito, por que no Brasil, a variedade de mulheres é que nem nos EUA. Mas se você disser isso para qualquer americana que nunca visitou o Brasil, ela não vai acreditar.

Meu marido sempre elogiou minhas curvas e pediu que eu deixasse meu cabelo crescer e isso me fez pensar que ele queria uma mulher americana abrasileirada, portanto, por favor não elogie partes da sua americana que podem ser comparadas à famosas partes do corpo brasileiras pelas razões que citei no parágrafo acima.

E se você conhecer uma americana que quer aprender português, ensine a ela. Isso somente beneficiara seu relacionamento e se você não fala muito inglês, aprenda!

É melhor se ambos souberem o idioma do outro para se entender melhor e aliás isso ajuda em outras situações, já que sempre haverá eventos familiares de ambos lados.

Espero que minhas dicas ajudem. Como em qualquer relacionamento comunicação e vontade de crescer juntos e se vocês tiverem que despistarem amigos e familiares de vez em quando para ficarem a sós e se conhecerem melhor, façam isso!

Minhas maiores dificuldades no meu casamento são o idioma e o que meu marido quer passar todos feriados americanos com os amigos brasileiros dele…

Nós estamos nos Estados Unidos, se você quer namorar ou se casar com uma americana você terá que deixar de participar de uma ou outra festa brasileira e passar tempo com americanos!  Divirta-se! A vida é uma jornada.

 

É isso aí galera, esse foi o ponto de vista da Tania. Você é brasileiro e namora ou é casado com uma americana ou conhece alguém nessa situação? Gostaria de compartilhar o que você aprendeu ou vivenciou conosco? Deixe seu comentário abaixo.

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29 comentários sobre “Americana Conta Como É Ser Casada Com Brasileiro

  1. Que entrevista legal. Curti!

    Eu tenho que concordar com a americana no sentido que nosso país é feio pra caramba mesmo (com muitas exceções). É cimento pra tudo que é lado, sem contar o lixo.

    Também concordo quanto a querer viver o Brasil na América e ainda tentar fazer com que o americano “engula” nossa cultura. É claro que dá saudades da nossa terra (apesar do que disse acima), mas temos que ponderar… passar todo feriado americano com amigos brasileiros (segundo a autora) eu achei egoísta demais por parte do marido dela.

    Eu não estou puxando o saco de americano não, só estou dizendo que, uma vez morando nos EUA, temos que nos adequar e aprender a cultura deles também (apesar dela já ser introduzida no Brasil pela TV, música e filmes) e sempre que for propício, tentar mostrar (não insistentemente) para o americano que no Brasil, além de lixo, mijo, cimento e jaula, há também pessoas boas, educadas, limpas e lugares (cidades e bairros inteiros) limpos também.

    Agora a autora tem que concordar que essas peculiaridades que ela citou e eu confirmei no parágrafo anterior não são problemas exclusivos do Brasil não… há cidades americanas também que são sujas e cheias de grades nas janelas… trânsito caótico existe também em várias cidades americanas (a autora do blog várias vezes já citou o exemplo de Miami).

    Acredito que há categorias de pessoas em qualquer país do mundo, ou seja, há brasileiros honestos, educados e limpos, assim como é a nossa visão do americano… no entanto há americanos mal educados sujos e porcos como muitos outros brasileiros também… alguém aí já ouviu falar da expressão “white trash”?!

  2. Fico contente que você tenha curtido a entrevista, Bruno! Muito perspicaz seu comentário. Quanto a Miami, tem brasileiros que gostam, eu sinceramente acho a cidade uma sujeira e um caos em sua maior parte, claro que a área mais famosa é bonitinha mas o restante nem tanto.Nem todos brasileiros são mal educados mas ela encontrou alguns por lá. A gente tem que ver o lado dela também, para quem está acostumado com a educação do Sul dos EUA (embora haja suas exceções também) chegar no Brasil é um choque nesse sentido. Eu tive esse choque quando visitei a Geórgia. O povo é muito, mas muito bem educado do que no Sul da Flórida (onde moro)!

  3. Em Atlanta vi um monte de homens sujos, malamanhados. Em Chicago dificil é a vez que entro num metro e nao vejo ao menos um mendigo bebado e sujo. Sem contar as pessoas loucas, até porque Sao incontaveis. Mesmo asim concordo com muito do que a TAnia falou.

  4. Olá, Bruno! Eu sou o autora e você é certamente certo! Há muitas cidades ruins na américa, incluindo Detroit, Michigan, não muito longe de onde eu nasci. 😉

  5. Hey Tania, whats up?!

    Infelizmente estamos sujeitos a encontrar sujeira e bad peoples em qualquer canto do mundo mesmo… não tem jeito.

    Mas voltando para o assunto do post… eu não terei a oportunidade de flertar com uma americana, pois já encontrei o amor da minha vida. Mesmo assim acho válidas as dicas que você deixou, a maioria delas… outras nem tanto.

    No final das contas toda mulher procura alguém que, de modo geral, a faça se sentir protegida, e ao mesmo tempo elas querem um cara que seja engraçado e que a faça rir. Na verdade elas querem um PALHAÇO NINJA!

    Rsrsrs… vi isso aqui

  6. E Tania Souza (você tem nome de brasileira… rsrsr)… você passou pouco tempo no Brasil, se tivesse ficado por aqui mais tempo talvez teria mais a dizer sobre nós brasileiros (com mais positividade).

    Segue um link para uma lista bem humorada sobre as impressões de um francês, que mora aqui, no sobre o nosso Brasilzão… and have a happy life!

  7. Oh Bruno, desculpa a intromissão na conversa mas dá uma lida nesse site aqui e veja que não é só ela que teve essa impressão.

  8. Devo concordar com tudo que a autora disse. Nosso país está um muito abandonado, nosso povo não cuida e também não elege políticos sérios que se envolvem com a causa do povo. Os Estados Unidos não é perfeito em tudo, mas o sistema político se envolve para resolver todos os problemas do país, há um comprometimento com o povo e com a nação, o que torna o país um exemplo a ser seguido. Eu realmente amo os estados unidos, a forma da arquitetura urbana do país, o povo e o jeito de ser. Eu mesmo me incomodo muito com o jeito de ser do povo brasileiro, recepção extravagante demais, as pessoas querem que você aceite tudo, vizinhos ficam na porta um do outro. Mas é isso aí a gente não escolhe o país que nasce, então tem que seguir adiante, porém se eu tivesse uma oportunidade ir embora daqui eu não pensaria duas vezes, iria com toda certeza. Concordo com tudo que a autora escreveu.

  9. Olha adorei a visão na entrevista de uma americana.Porem, tem certas coisas que eu nao concordei, são elas: Que as mulheres eram rudes por nao falar um pouco ou uma palavra em ingles, veja bem, nao querendo ser grosseira, mas aqui nao temos o ingles oficial como segunda lingua, e a maioria não sabe mesmo, a não ser que vc encontre um professor ou pessoa com ingles fluente, pois nao tem como vc querer que todos falem se nos nao falamos, segundo ser amada, ficar um momento só com o amor não é desejo exclusivo de voces rsrs.Achei muito legal o seu interesse em aprender o portugues.E uma pena que o seu marido não quer lhe ensinar, mas deve ser por nao saber como fazê-lo, pois se é dificil para nós imagina ensinar quem não conhece rsrs Mas o bom que vc é determinada e buscou aprendê-lo.

  10. Hey!!!! Primeiramente gostaria de parabenizá-la pelo seu Blog, é muito legal, e muito útil para mim. Quero agradecer a Tania pela ótmia entrevista, que me fez repensar em algumas coisas que eu pesava sobre os EUA. Concordo com ela na questão das mulheres brasileiras quanto ao inglês, realmente é o que a Gabrielle disse, não temos o inglês como segunda língua oficial, porém acho q todos os brasileiros deveriam se esforçar para aprendê-lo, visto que é um idioma que permite a comunicação com o resto do mundo. Achei bem interessante essa visão que as americanas têm dos homens brasileiros, me esclareceu muito quanto à abordagem, o modo de conversar, que cuidados ter, sobre o que falar. foi bem legal! 🙂

  11. Falou mal do Brasil??
    É das minhas haha mais ela não falou nenhuma mentira
    É MENTIRA QUE O BRASIL É SUJO E TEM CRIANÇAS PASSANDO FOME?? E QUE TEM GENTE QUE USA A RUA DE BANHEIRO??
    BRASILEIRO NÃO CONSEGUE ENXERGAR NEM POLITICOS ROUBANDO NEH?? IMAGINE NOS MESMOS SUJANDO AS RUAS.

  12. Realmente a falta de interesse em buscar uma vida melhor é GRITANTE-a grande maioria tem medo de mudança e,causa até uma certa inveja quando se dizemos que moramos fora do pais!

    Realmente o pais Br é mto feio,mto esculhambado e desorganizado,muita sujeira e favelas por onde quer que se ande!

    Mesmo que tenha alguns problemas aqui USA,jamais pode se comparar,o BR esta anos luz atraz-

    Onde ha um pouco mais desordem-caso de Miami,é nitidamente pela enorme quantidade de latinos,Miami 65% da população é de latinos,só nào vem a ser mto pior pq é administrado com rigor,caso contrario tbm estaria o CAOS!

  13. Eu sou Brasileiro, tenho 25 anos e desde os meus 15 anos eu gostaria de ir morar nos Estados Unidos e ser cidadão Americano. Agradeço muito a Tania pela entrevista, me ajudou bastante e agora sei como conversar com as Americanas. Pretendo ir em breve. É meu maior sonho na vida.

  14. Eu concordo com ela, porque uma coisa é eu sair de um estado e ir para o outro no mesmo país e ver as coisas negativas, mas outra é a pessoa morar nos EUA país de primeiro mundo e sentir a drástica diferença. Mas em questão ao relacionamento eu tinha uma pergunta para ela… Tânia depois que você teve o primeiro encontro e conheceu ele, descobriu que era brasileiro, você não achou que ele estava interessado apenas no green card? Um anúncio no jornal não é meio perigoso sei lá… Hoje em dia as pessoas se relacionam mais na internet, em sites de relacionamentos, você vê a cara da pessoa e sabe da onde ela vem( na maioria das vezes kkk). E que dica você da para as mulheres que querem conhecer homens legais nos EUA?

  15. Bruna. Acho que não coloquei na entrevista dela direito ( a qual traduzi). Deixa eu arrumar. Ela conheceu ele através de um site de classificados online do estados/cidade dela. E sim, os riscos são os mesmos 😉

  16. me desculpe comentar com todo esse atraso, mas eu não resisti em me manifestar….. por mais que eu conheça todos os problemas do Brasil, eu não gostei do que essa tal de Tania falou… Quem é ela pra falar de violencia no Brasil ? Pelo menos aqui não existe avião atravessando prédio e matando milhares de pessoas inocentes…. pelo menos aqui não tem governo mandando exército fazer covardia em outro país com interesse próprio…. enfim…. essa tal de Tania deve ser alguma mãe solteira e ***** americana que encontrou um otário brasileiro para se manter……

  17. Marcello, teu comentário é totalmente ignorante. Ela encontrou um otário brasileiro para se manter? E desde quando uma americana, vivendo em seu próprio país precisa de um brasileiro que vivia na ilegalidade para se manter?? Neste caso, quem mais saiu ganhando com o casamento foi ele, que conseguiu legalizar sua situação nos EUA por causa dela!
    Sou brasileira, já morei em outros países, inclusive no Japão, e o Brasil é sujo sim, e violento também. Um dos países mais violentos do mundo. Não é porque sou brasileira que vivo alheia à realidade que cerceia meu país. Isso é mentalidade de ignorantes. Para se mudar um país, nossa primeira atitude é enxergar os problemas e encará-los de frente, em vez de fechar os olhos e fingir que está tudo bem. Talvez seja este o problema do Brasil: Um povo totalmente alienado e conformado com os problemas do país que não faz nada para mudar essa realidade. Lamentável!

  18. Luiza, apoiada! Totalmente coerente o que você disse.

    Quanto a Tania, ela não falou nenhuma mentira e acredito que ela não quis nos ofender, isso é mania de brasileiro mesmo, a crítica é sempre algo negativo, porque não procurar evoluir a partir das críticas?

  19. Gostei das dicas, mas, uma pergunta, existe interesses das mulheres americanas em se relacionar com homens brasileiros ? há sites com esta finalidade ? pois vejo muito o oposto mulheres brasileiras procurando por homens americanos.

  20. Os americanos sempre irão possuir um sentimento de superioridade em relação aos brasileiros e ao restante do mundo. Eles querem ser privilegiados, querem que o mundo inteiro saiba falar inglês, etc. e isso é natural, já que, a ”grande águia” é o país mais desenvolvido do planeta. Agora, dizer que a maioria das americanas ”gostam de homens estudados, amorosos, ambiciosos que apoiem suas namoradas e que elas não têm medo de mudanças, no meu ponto de vista, não é uma verdade absoluta. Nunca viajei pra Terra do Tio Sam mas pesquisei bastante sobre a história e a cultura do país e conheci alguns americanos(a) pelo facebook e pude constatar algumas coisas. Nós brasileiros possuímos muitos estereótipos em relação aos EUA e a sua população e querendo ou não, eles gostam disso. A mídia brasileira (a maior parte) trata os EUA como um império inviolável que deve ser venerado e respeitado. Pelo facebook, conheci uma texana casada que infelizmente se apaixonou por mim. Ele me escrevia que mesmo casada, sentia-se sozinha e desamparada. Também conheci outra texana que tinha um namorado que depois de um tempo, terminou com ela. Quando eles namoravam, na maioria das vezes, apenas ela fazia declarações pra ele e publicava fotos dos dois juntos. Até hoje ela não para de se humilhar pro cara, pedindo pra voltar. Concluindo, os EUA podem ser uma potência econômica, militar e política, mas não creio que os americanos sejam mais felizes que muitos brasileiros.

  21. Liberdade de expressão, Bruh. Parece que muitos brasileiros não entendem isso, especialmente se há qualquer crítica em relação à “Pátria amada”. Ademais, Tânia não é obrigada a amar o Brasil só por que é casada com um brasileiro.😵

  22. Eu sei que esta postagem e meia antiga,porem quero deixar minha indignacao aqui,não concordo com metade do que ela disse,mesmo porque ela ficou no Brasil me parece apenas um mês,vamos la,eu moro nos Estados Unidos 8 anos,amo viver aqui como ja disse em outros comentarios,amo tudo,so que,eu não conheço povo mais limpo que os brasileiros,so quem vive aqui pra entender o que eu falo,apesar de ser casada com um medico,eu fui fazer FAXINA,sim faxina,porque meu marido americano não queria que eu fizesse nada,não queria nem que eu fosse pra escola aprender inglês melhor,e eu sempre fui uma mulher independente,e pasmem,nunca vi casa mais suja que de americanos,claro que não são todos,mas em geral,e muita porquice,pra não dizer outra coisa,a qualidade de vida dos americanos,nem se quer da pra comparar com os brasileiros,exemplo:o que você mais ve no Brasil,pessoas sem dentes na boca,porque não tem condições de cuidar,de tratar,americanos,pelo menos onde vivo e por onde passei,raramente você ve um americano sem dentes,pelo contrario,dentes lindos e saudáveis sempre,minha sogra morreu tem 3 meses,com 97 anos e nunca arrancou um dente,perfeitos,idosos morrem aqui com mais de 90,100 anos,casos normais,enquanto que agora no Brasil me parece que aumentou um pouco esta estatística,concordo com ela sobre animais,americanos costuma ate doar seus bens em vida pra um animal,são muito bem tratados,mas no Brasil não se tem sequer condições de colocar uma dentadura,quanto mais cuidar de um animal,veterinário costuma ser artigo de luxo,se e que me entendem,o povo brasileiro e o povo mais feliz da face da terra,apesar de todo sofrimento,mas no Brasil você se sente amado,você se sente feliz,você fica com sua pele linda,aqui as pessoas costumam ser carrancudas,vizinhos mal dao bom dia pra você,e assim mesmo,eu so fico triste com as leis,a violência,ninguém muda,ninguém faz nada,os jovens realmente so pensam em funk,fazer filhos,e sei la mais o que,vitimas da sociedade?um pouco,mas isso começa dentro de casa,educação,e não pensem que aqui e muito diferente não,jovens muito jovens,ja fazem sexo desordenadamente,e o governo esta sobrecarregado em abrigos pra crianças sem pais,ou melhor,que foram arrancadas dos pais pelo governo,porque são vitimas de abuso,e uma roda gigante,exatamente por que não sai do lugar,as mães e pais são negligentes,não dao amor,e os filhos tem filhos e começa o mesmo,eu mesma conheço muitos jovens aqui,que por falta de amor em casa,vinham pra minha casa,comer,dormir com meus filhos,e receber amor,e sempre me diziam,eu posso morar aqui?na minha casa não tem isso,amigos dos meus filhos que hoje ja são formados,tem suas próprias vidas,mas sempre passam por aqui,são muitas coisas,apesar de tudo,eu amo a segurança aqui,a cidade onde vivo o índice de crime e quase nulo,moro em um condomínio,fechado entre aspas,porque atras fica as montanhas e e tudo aberto,porem ninguém entra,ja passei noites com as portas abertas dormindo,e com carro aberto,chaves no contato,sempre tive esta benção,amo viver aqui,porque meus filhos foram ajudados pela universidade,pagando os estudos deles,claro que eles se esforçam,eu tenho um filho que em breve será um doutor,em pesquisas,estuda duro,as vezes a noite toda,mas e reconhecido,meu outro filho,foi pro exercito,hoje vive na Alemanha,e tudo isso graças a este Pais,então cada qual tem suas vantagens,desvantagens,eu por exemplo,apesar de amar o Brasil,fiz aqui minha vida,e não pretendo mais viver fora daqui,so vou ao Brasil pra visitar e ver minha família,não quis ofender ninguém,mas quis falar um pouco das coisas que vejo no meu Pais e aqui,as diferenças.

  23. Boa tarde! Lendo o texto há vários pontos de vistas a serem observados! Por um lado eu entendo a posição (mal colocada) dela por outro não. Sobre passar datas comemorativas com amigos, penso que o homem brasileiro em si além de Unidos, quando ele carrega os costumes de homem da própria cultura e conhece de có mulheres “raçudas”, femininas, mais dadas, adoráveis e etc… ele nunca vai se acostumar com mulheres mandonas, autoritárias, chatas e estupidas, como são a maioria das Américas. E se acostumar ainda sente falta do calor brasileiro e aquela liberdade e espaço mesmo depois de certa idade. Pelo texto a Tânia não parece muito satisfeita com o comportamento indeciso do marido e tbm houve um desinteresse da parte dele de incluí-la ou ensina-la sobre a cultura brasileira, tanto quanto ensinar o idioma, isso gera desmotivação e visão negativa. Se eu for falar dos redneckes, e milhares de americanos na Virgínia e outros estados do país vão até duvidar da verdade. O Brasil tem milhões de defeitos, mas temos belezas naturais e únicas que certamente a moça não teve oportunidade de ver e apontar, e apontou como positivo o pior: Homens doces.

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